Abstract
A review of the recent literature on social movements identifies three types of autonomous action of movements in relation to the state: (1) rejection of the state and the construction of ways of life on its margins; (2) rejection of the state’s ways of functioning and the construction of alternative modes of organization and action; and (3) rejection of historical inequality in state decisions on public policy and the proposal of alternatives to that policy. From a theoretical point of view, it shows that autonomy as action may coexist with the institutionalization of demands, projects, and movement organization.
A sistematização da produção bibliográfica sobre a autonomia de movimentos sociais dos últimos dez anos chegou a três tipos analíticos de ação autônoma de movimentos em relação ao Estado: (1) negação do Estado e construção de modos de vida à sua margem; (2) negação das formas de funcionamento do Estado e construção alternativa de organização e ação; (3) negação da desigualdade histórica nas decisões do Estado para produção de políticas públicas e construção de propostas alternativas para aquelas políticas. Do ponto de vista teórico, mostrou-se que a autonomia como ação pode coexistir com os processos de institucionalização de demandas, projetos e organizações de movimentos.
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