Abstract
Evangelical Christians and especially Neo-Pentecostals in Brazil have gone from accepting a position as junior partners in a broad governing coalition led by the Partido dos Trabalhadores (Workers’ Party—PT) to asserting themselves as an indispensable pillar of the Jair Bolsonaro administration. A close examination of the career of the prominent Bolsonarist pastor Silas Malafaia suggests that if progressives want to improve their political relationship with evangelical voters they must first find discursive and material ways to neutralize or at least work around the most prominent and virulently conservative faith leaders.
Os cristãos evangélicos (em particular os neo-pentecostais) no Brasil passaram de aceitar uma posição de ser parceiros menores numa coligação governamental abrangente dirigida pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para impor-se como pilar imprescindível do governo de Jair Bolsonaro. Uma análise exhaustiva da trajetória do renomado pastor bolsonarista Silas Malafaia constata que se os progessistas quiserem melhorar a sua relação política com eleitores evangélicos, eles devem por primeiro descobrir meios discursivos e materiais para neutralizar ou, no mínimo, evitar os líderes religiosos que são os mais preeminentes e fortemente conservadores nesses grupos sociais.
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