Abstract
The World March of Women is an example of the transnationalization of popular feminism from below as defined by four elements: the diversity of women’s struggles, grassroots women as political subjects, alliances with mixed movements, and popular education as a feminist methodology. Class analysis is most prominent, with tensions and challenges linked to attempts to address issues of heteronormativity and racial colonialism, in part because of differences between local spaces in a global network and between relatively more localized and transnationalized scales of practice.
A Marcha Mundial das Mulheres é um exemplo de transnacionalização do feminismo popular desde abaixo definido por quatro elementos: diversidades nos obstáculos das mulheres, as mulheres de raiz como sujeitos políticos, alianças com movimentos mistos e educação popular como metodologia feminista. A análise de classe é mais proeminente, com tensões e desafios ligados às tentativas que abordam questões de heteronormatividade e colonialismo racial, em parte por causa das diferenças entre espaços locais dentro de uma rede global e entre escalas de prática relativamente locais e transnacionalizadas.
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